A EFORT (European Federation of National Associations of Orthopaedics and Traumatology ) irá marcar presença nesta 42ª edição do Congresso
A European Federation of National Associations of Orthopaedics and Traumatology (EFORT) irá marcar presença no 42.º Congresso Nacional da Sociedade Portuguesa de Ortopedia e Traumatologia (SPOT).
A Federação foi fundada em Marentino, Itália, em 1991, e dela fazem parte 41 sociedades nacionais de 39 países. “Constitui a plataforma que liga as associações ortopédicas nacionais da Europa, e os seus objetivos refletem a vontade de todas as associações participantes em promover a troca de conhecimentos científicos e de experiências no domínio da prevenção e do tratamento conservador e cirúrgico de doenças e lesões relativas ao aparelho músculo-esquelético. Para este efeito, é dada especial ênfase às atividades centradas na educação e na investigação”, começou por explicar Manuel Cassiano Neves, antigo Presidente da SPOT consultor de Ortopedia, do Hospital CUF Descobertas e antigo presidente da EFORT.
Em 2002 foi lançado o projeto denominado “EFORT Fora”, com o objetivo de organizar simpósios específicos da EFORT durante os congressos anuais das diferentes sociedades, estimulando assim a troca de ideias dentro da Europa sobre temas específicos não relacionados entre si, mas sim inseridos nos temas destacados em cada congresso nacional.
Nos últimos anos, a EFORT Fora tem sido uma das sessões principais no Congresso da SPOT. Este ano o tema será dedicado ao trauma infantil, cujo título é “Building the Future in Pediatric Trauma / Tips and Tricks”. Terá como convidados Pierre Lascombes, Professor jubilado da Universidade de Nancy e “pai” dos encavilhamentos elásticos e Pierre Journeau, da Universidade de Nancy e diretor do Serviço de Ortopedia Pediátrica. Como palestrantes nacionais terá a presença da presidente da Sociedade Portuguesa de Ortopedia Pediátrica, Mafalda Santos, e da diretora do Serviço de Ortopedia do Hospital Pediátrico de Coimbra, Cristina Alves.
Serão abordados os problemas mais frequentes do trauma infantil e que podem criar dúvidas quer no que respeita ao diagnóstico, quer ao tratamento.
“Esperamos assim ter uma sessão de interesse para todos e contamos com a vossa presença”, concluiu Manuel Cassiano Neves.